Discografia Alice in Chains: Todos os Álbuns em Ordem

Discografia Alice in Chains: Todos os Álbuns em Ordem
Formação original do Alice in Chains no auge do grunge nos anos 90

A discografia Alice in Chains reúne todos os lançamentos oficiais da banda, incluindo álbuns de estúdio, EPs, discos ao vivo e compilações que ajudaram a consolidar o grupo como um dos mais importantes do grunge.

Ao longo de mais de três décadas, o Alice in Chains construiu uma trajetória consistente. Além disso, a banda evoluiu musicalmente, atravessou mudanças de formação e manteve sua identidade sonora. Por isso, entender a discografia Alice in Chains é essencial para compreender a história do rock alternativo.

Musicante - In Article
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Neste artigo você vai descobrir:

  • Todos os álbuns do Alice in Chains em ordem
  • EPs e discos ao vivo oficiais
  • Compilações importantes da banda
  • Evolução sonora ao longo dos anos
  • Principais momentos da carreira

Como começou a discografia Alice in Chains

O Alice in Chains surgiu em Seattle no final dos anos 80. Naquele momento, o movimento grunge começava a ganhar força. Assim, a banda rapidamente encontrou espaço na cena alternativa.

A formação clássica reunia Layne Staley, Jerry Cantrell, Mike Starr e Sean Kinney. Desde o início, o grupo apostou em harmonias vocais sombrias e guitarras pesadas. Dessa forma, a discografia Alice in Chains começou com uma identidade forte.

Além disso, a banda misturava influências do metal e do rock alternativo. Consequentemente, o grupo conquistou fãs de diferentes estilos.


Álbuns de estúdio da Discografia Alice in Chains

1. Facelift (1990)

O primeiro álbum marcou o início oficial da discografia Alice in Chains. Logo após o lançamento, a música Man in the Box ganhou destaque.

Além disso, o disco apresentou a sonoridade pesada que se tornaria característica da banda. Como resultado, o grupo começou a ganhar notoriedade.

Principais músicas:

  • Man in the Box
  • Sea of Sorrow
  • Bleed the Freak
  • Love, Hate, Love

Consequentemente, a banda começou a aparecer com mais frequência na mídia especializada.


2. Dirt (1992)

Em seguida, a banda lançou “Dirt”, considerado o álbum mais importante da discografia Alice in Chains. Nesse trabalho, as letras ficaram ainda mais sombrias.

Além disso, a produção tornou-se mais densa. Por esse motivo, o álbum se tornou um marco do grunge.

Destaques:

  • Would?
  • Rooster
  • Them Bones
  • Down in a Hole

De acordo com o AllMusic, o álbum aparece entre os mais influentes dos anos 90.


3. Alice in Chains (1995)

Posteriormente, a banda lançou seu terceiro álbum. O disco apresentou uma atmosfera mais introspectiva.

Além disso, o momento pessoal da banda influenciou a sonoridade. Ainda assim, o grupo manteve sua identidade.

Faixas importantes:

  • Grind
  • Again
  • Heaven Beside You
  • Over Now

Depois disso, a banda entrou em pausa.


4. Black Gives Way to Blue (2009)

Após anos de inatividade, o grupo retornou com William DuVall. Assim, começou uma nova fase da discografia Alice in Chains.

Além disso, o álbum manteve o estilo clássico da banda.

Destaques:

  • Check My Brain
  • Your Decision
  • Black Gives Way to Blue

5. The Devil Put Dinosaurs Here (2013)

Em seguida, a banda lançou um álbum mais pesado. Dessa forma, o grupo reforçou sua identidade sonora.

Destaques:

  • Hollow
  • Stone
  • Voices

Consequentemente, o disco recebeu avaliações positivas.


6. Rainier Fog (2018)

Por fim, a banda lançou “Rainier Fog”. O álbum homenageia Seattle, cidade onde tudo começou.

Além disso, o disco mantém o estilo clássico.

Principais músicas:

  • The One You Know
  • Never Fade
  • So Far Under

Segundo o Discogs, o álbum reforça a identidade sonora da banda.


EPs da Discografia Alice in Chains

We Die Young (1990)

Primeiro lançamento oficial da banda. Assim, o EP apresentou o som inicial do grupo.


Sap (1992)

Posteriormente, a banda lançou “Sap”. Nesse trabalho, o grupo explorou um som mais acústico.

Além disso, o EP mostrou versatilidade musical.


Jar of Flies (1994)

Em seguida, a banda lançou “Jar of Flies”. O EP estreou em primeiro lugar na Billboard.

Destaques:

  • No Excuses
  • Nutshell
  • I Stay Away

Consequentemente, a banda ampliou seu público.


Álbuns ao vivo do Alice in Chains

Live Facelift (1991)

Primeiro lançamento ao vivo da banda. Dessa forma, os fãs puderam ouvir a energia do grupo.


MTV Unplugged (1996)

Posteriormente, a banda lançou um dos acústicos mais importantes do rock.

Destaques:

  • Nutshell
  • Down in a Hole
  • Rooster

Além disso, o álbum se tornou um dos mais lembrados pelos fãs.


Live (2000)

Por fim, a banda lançou “Live”. O disco reuniu performances ao vivo.


Compilações da Discografia Alice in Chains

Nothing Safe (1999)

Primeira coletânea oficial da banda.


Music Bank (1999)

Box com raridades e gravações inéditas.


Greatest Hits (2001)

Compilação com principais sucessos.


The Essential Alice in Chains (2006)

Coletânea com músicas da carreira completa.


Icon (2010)

Compilação lançada após retorno da banda.


Discografia Alice in Chains Completa

Álbuns de estúdio

  1. Facelift (1990)
  2. Dirt (1992)
  3. Alice in Chains (1995)
  4. Black Gives Way to Blue (2009)
  5. The Devil Put Dinosaurs Here (2013)
  6. Rainier Fog (2018)

EPs

  1. We Die Young (1990)
  2. Sap (1992)
  3. Jar of Flies (1994)

Ao vivo

  1. Live Facelift (1991)
  2. MTV Unplugged (1996)
  3. Live (2000)

Compilações

  1. Nothing Safe (1999)
  2. Music Bank (1999)
  3. Greatest Hits (2001)
  4. The Essential Alice in Chains (2006)
  5. Icon (2010)

Por que a discografia Alice in Chains continua relevante

Mesmo décadas depois, a banda continua influente. Isso acontece porque o grupo desenvolveu um som único.

Além disso, a banda manteve consistência entre os álbuns. Consequentemente, novos fãs continuam descobrindo o grupo.

Se você está explorando o grunge, a discografia Alice in Chains é essencial. Além disso, conhecer esses álbuns ajuda a entender a evolução do rock alternativo.

Paulo Stelzer

Paulo Stelzer é músico e um profundo conhecedor da cena rock, com uma trajetória que une a prática musical à expertise técnica. Iniciou sua jornada nos palcos nas décadas de 1980 e 90, como guitarrista das bandas de Rock Heineken (1987) e Domini (1990), vivenciando de perto a energia e os desafios da produção musical da época.Sua paixão pela comunicação o levou para a radiodifusão, onde consolidou sua autoridade como apresentador e produtor, comandando o programa 'Rock da Tarde' na Rádio Mania 87,9 FM. Essa experiência foi fundamental para desenvolver um olhar crítico sobre a indústria fonográfica e a disseminação da cultura rock.Com formação em Eletrotécnica pelo CIE, Paulo combina o talento artístico com o conhecimento técnico necessário para dominar o universo do Home Studio. Como especialista em áudio, ele se dedica a desmistificar a tecnologia musical, explorando como a evolução das ferramentas digitais pode potencializar a criatividade de músicos independentes.Atualmente, como editor e idealizador do Musicante, ele utiliza sua bagagem de décadas entre palcos, estúdios e microfones para oferecer análises detalhadas, reviews de equipamentos e suporte técnico especializado, conectando a história clássica do rock às inovações tecnológicas de hoje.
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